Ócio produtivo
   Pois é... um dia, tudo acaba.

Então... estou aqui para trazer uma novidade.

http://blogdojuss.blogspot.com/

Eis a novidade.

Estou apenas mudando o endereço das próximas postagens. Esse blog vai continuar aqui. Mas essa será a última coisa escrita dele. O próximo destino de todos os assíduos [?] leitores será http://blogdojuss.blogspot.com/ .

É aquela coisa, né... ano novo, vida nova, blog novo, pq não.

 

E corre, negada! Já tem coisa escrita!!!

 

Com o passar do tempo vou aprendendo a mexer e a deixar o blog mais interessante.

 

Grato. =*

 

P.S.: Sem esquecer do novo endereço.

 

http://blogdojuss.blogspot.com/



Escrito por Juss às 06h40
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   Mais um.

Esse aqui não veio numa hora boa. Ou veio, sei lá. ^^O feriadão não é mais o mesmo. Abraço. =)


- O pior de tudo é que não adianta. Não importa o que você faça, nada vai mudar! Nada! Você é um inútil! Desista! Give up, buddy! Achei que já tivesse cansado de esperar!

- ...

 

- Você é um fraco! Insubordinado! Só sabe receber ordens! Por acaso ainda vai insistir no erro? Ainda vai? Não se cansa de sofrer? Poxa! Vê se te enxerga, garoto!

- ...

 

- Vai fazer alguma coisa de útil! Sai dessa vida! Não é todo mundo que consegue fazer tanta besteira, falar tanta baboseira, ser tão ridículo como você! Isso me irrita, caramba!

- ...

 

 - Vai pro quinto dos infernos e leva todas as palavras que, um dia, você já me disse! Não quero mais saber de nada, nem de ninguém... Muito menos de você!

- ...

 

- Ódio. Repulsa. Nojo. Desgosto. Raiva. Decepção. Tristeza. Tudo de uma vez só! Mas que droga! Agora sai da minha frente pra nunca mais voltar!

- ...

 

- ...

- Pronto, acabou?

 

- Sim. Acabei.

- O texto ta ótimo, amor. Se eu fosse o personagem com quem você vai contracenar já teria ido embora, de medo. rsrsr



Escrito por Juss às 16h08
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   Depois do fechar dos portões

Hoje acompanhei minha namorada no Enem. Com ela e com vários conhecidos que vi no local de prova, graças a Deus, deu tudo certo. Para muitos outros, ao contrário, a história não teve um final feliz. =/

A hora chegou. Finalmente as sessões quase intermináveis de estudo cessaram. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem início hoje, às 13h, horário de Brasília. O problema é que, infelizmente, muitas pessoas não poderão fazer a prova. Irresponsabilidade? Trânsito? Nervosismo? Não importa. É duro dizer isso, mas agora, só ano que vem.

Isso me faz pensar em todos os vestibulares que já presenciei. Não foram muitos, mas sempre há algum retardatário que não consegue chegar antes dos portões fecharem. Dessa vez, foram vários. Quando os pais acompanhavam, brigavam com os responsáveis pelos portões. Reclamavam em alto e bom tom que não era justo, que seus filhos passaram o ano estudando para, aos 48 do segundo tempo, não fazerem a prova. Mas venhamos e convenhamos, caros responsáveis, se o edital ordena chegar com uma hora de antecedência, por que chegar cinco minutos depois do prazo? Quando o vestibulando chegava sozinho, as lágrimas tentavam reparar o erro, mas nada adianta falar numa hora assim.

Há também a triste troca de endereços. Se não sabe que a Duque de Caxias não é a mesma coisa que Washington Soares, por favor, verifique antes. O que custa? Deixar as coisas para a última hora é uma lastimável característica brasileira. Não só nordestina, ok, paulistas?

Mas, felizmente, 95% (fonte não revelada) dos candidatos chegam na hora. Hoje, um exemplo me chamou bastante atenção. Ao tocar do sinal e fechar dos portões, meia hora depois, havia uma senhora encostada no portão principal de um dos locais de prova. Perguntei o que ela fazia ali e ela respondeu, timidamente, que seu filho prestava vestibular para medicina. Indaguei acerca do motivo que a deixava presa ali, quase no sol, num calor infernal de meio dia. Ela disse que esperaria até o seu filho sair, pois era o primeiro vestibular dele e ela queria estar presente naquele momento tão importante. São exemplos assim que deveriam ser seguidos.

Ademais, a vida segue. A prova acontece nesse exato momento. Até 16h30, muito será exigido dos neurônios. Algumas questões serão feitas no chute. O nervosismo poderá atrapalhar, mas a certeza de um bom resultado deve acalmar muitas mentes. Agora, falta menos que pouco.

Sorte para todos, pois a UFC é logo ali.



Escrito por Juss às 14h42
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   Três dias que passaram rápido

Participei de um evento. O maior que já vi. Não tenho lá tanta experiência pra sair falando por ai sobre essas coisas, mas este, em especial, foi grandioso. Não só pelo certificado que virá, mas pela vivência, pelo trabalho, pelas pessoas conhecidas, pela oportunidade em si. Eis o SCCC...


Terminou. Após três dias de conferências, mesas redondas, grupos de trabalhos e exposições, o Seminário Comunicação, Cultura e Cidadania, promovido pela Pós-Graduação da UFC, chega ao final com um saldo extremamente positivo.

Participar do evento atuando na cobertura e como monitor foi, sem dúvida, muito interessante. Cansativo, também. Estar perto dos bastidores de um evento tão grandioso foi de uma importância ímpar, não só para o currículo, mas para a vida. No decorrer dos três dias, todos atentos a tudo, aptos a contornar qualquer dificuldade, profissionais de apoio preparados para qualquer necessidade, os participantes, ao final de cada palestra ou debate, sempre aplaudindo, compartilhando conhecimento e, nas conversas casuais, elogiando a organização do evento, foram pontos a ser considerados. Pontos super relevantes.

Estudantes de mestrado, professores de várias universidades do Brasil (sem falar nos convidados internacionais), todos unidos para falar de Comunicação, aqui na UFC. Troca de informações acadêmicas, discussões sobre diversos estudos, cercados por uma ótima estrutura e munidos de uma imensa vontade de aprender foram os ingredientes básicos do evento.

Ao seu término, resta ressaltar os pontos fortes e corrigir os fracos, para que o próximo seminário seja tão bom quanto este que passou. Agradecimentos se estendem desde a moça que servia aquele cafezinho de graça, que eu nem provei, até a professora Inês Vitorino, idealizadora (e fazedora) do projeto.

O meu (nosso) muito obrigado e até a vista.



Escrito por Juss às 23h11
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   Bom dia, personagem.

Uma dia ai, ouvi uma frase e pensei bastante nela... Deu nisso, oh.

Uma vez ouvi uma frase de uma amiga que dizia “Todos os dias, antes de sairmos de casa, vestimos um personagem diferente”. Confesso que, desde então, tenho reparado constantemente no real sentido dessa afirmação.

(In)Felizmente, é verdade.

Agimos de maneiras diferentes conforme o momento e a pessoa a qual nos dirigimos. Quem nunca, no meio de uma discussão séria com o pai ou a mãe, teve de atender uma ligação de alguém que não tinha nada a ver com a história e, mesmo estando fulo de raiva, mudou o tom de voz para falar com a pessoa do outro lado da linha? É sensato e é o correto a se fazer, obviamente. A maioria das pessoas não tem nada a ver com os nossos problemas.

A questão do(a) “personagem” já se torna um pouco mais complexa e carece de um estudo mais aprofundado (o que não acontecerá necessariamente nesse texto). Seria o correto, realmente, tomar a forma de alguém que não é você para conviver com distintos meios sociais? Adquirir um personagem, viver uma vida diferente da sua, transladar o âmago próprio para viver em harmonia com os demais, são fatos que não sei bem como se chamam... Dupla identidade, talvez? Crise de identidade? Não sei. Sei que conheço uns e outros malucos que levam uma vida assim.

O problema, talvez, seria coordenar toda essa confusão de pensamentos. Se isso acontecesse, certamente seria possível esse tipo de comportamento. Há quem diga que mentira tem perna curta, mas isso já é outra história.

O fato é que, indo de um extremo ao outro, há casos clínicos, sim. Minha professora de psicologia que o diga. Todavia, agir diferentemente em casos diversos é algo que vem tomando suas devidas proporções com o tempo. Se você escolheu ser assim, caro colega, aguente as consequências, no futuro. Observe bem as pessoas e trate de convencê-las daquilo que você quer demonstrar.

E a quem convive em qualquer meio social, não se preocupe. Aquele seu colega que vive sorrindo tem seus problemas. Aquela menina gata, da faculdade, um dia, já chorou por ter levado um fora. O seu colega de trabalho que vive com raiva é um amor com os filhos, ao voltar pra casa.

E o autor desse texto é um cara legal. Acredite. Ou não.

 



Escrito por Juss às 01h09
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